A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL NO MUNICÍPIO DO SOYO (PROVÍNCIA DO ZAIRE/ANGOLA)
DOI:
https://doi.org/10.26619/1647-7251.DT0526.7Palavras-chave:
Educação Ambiental, Preservação do Patrimônio, Práticas PedagógicasResumo
Este artigo tem como objetivo analisar a relação entre a Educação Ambiental e a preservação do patrimônio histórico-cultural no município do Soyo, enfatizando o papel das práticas pedagógicas nesse processo. Através da Educação Ambiental e da valorização do patrimônio, são promovidas experiências educativas que atuam como alicerces para compreender o meio ambiente de forma mais profunda e crítica. Essas práticas permitem recuperar narrativas culturais que se integraram à dinâmica natural e influenciaram gerações passadas, profundamente enraizadas em aspectos históricos e culturais únicos. O estudo concentra-se na atuação de diversos atores, incluindo professores de história do Liceu “Madre Maria de Fátima Martins”, do Mpinda/Soyo. O estudo seguiu uma abordagem metodológica centrada na análise qualitativa, empregando como principais ferramentas a entrevista semiestruturada e a revisão de fontes bibliográficas. O intuito foi aprofundar a compreensão de cada uma das perspectivas apresentadas pelos participantes. Descobriu-se que essas atividades não apenas fomentam a conscientização ambiental, mas também contribuem para a formação científica e cidadã dos estudantes. Os resultados evidenciam que a integração da Educação Ambiental com a valorização do patrimônio histórico-cultural potencializa a conscientização e a preservação ambiental. As práticas pedagógicas contextualizadas são fundamentais para desenvolver um senso de responsabilidade ambiental e patrimonial nos estudantes, com vistas a formação de uma cidadania consciente e ativa em relação ao seu papel na relação entre a sociedade e a natureza.
